05 setembro 2011


PROJETO “FOLCLORE: EXPOSIÇÃO, BRINCADEIRAS E OFICINAS”


FICHA TÉCNICA


TURMAS PARTICIPANTES:

6° ano A, 6° ano B, 6° ano C, 7° ano A, 7° ano B, 7° ano C, 7° ano D,
8° ano C e 8° ano D.

DISCIPLINAS E PROFESSORES ENVOLVIDOS:

Arte (NEIDE), Ciências (HILDA), Educação Física (HUMBERTO), Geografia (JOÃO CARLOS), História (LUCÍOLA), Inglês (MARIA ALICE), Leitura (THAMIRES e LEILA), Língua Portuguesa (MARIA DO CÉU e JOSÉ CARLOS), Matemática (MÔNICA, VALÉRIA e SANDRA).

HABILIDADES E COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS:

- Ler e Interpretar textos simples sobre o Folclore;
- Interpretar e comparar figuras e mapas;
- Identificar características das personagens em textos sobre o folclore;
- Reconhecer, na leitura de textos, elementos que indiquem o comportamento das personagens;
- Relacionar textos diferentes;
- Produzir trabalhos a partir de diálogos exploratórios entre matérias, ferramentas e linguagens artísticas;
- Operar com diferentes materialidades, estabelecendo relações entre forma e imaginário poético;
- Emitir opiniões usando argumentos;
- Buscar informações em diferentes fontes de pesquisa;
- Selecionar, organizar e relacionar dados de um texto;
- Estabelecer relações entre texto e imagem, realizando produção escrita;
- Investigar e reconhecer a diversidade cultural brasileira;

COORDENAÇÃO

PCP MARCELO SUWABE (Ensino Fundamental)


COLABORAÇÃO


- IRANI JOSÉ ABUDI ROMANO (Diretor de Escola)
- SANDRA APARECIDA VERRILLO VALERIANO (Diretor - Substituto)
- ROSE (Vice - Diretor)



04 setembro 2011

Folclore: Regiões Norte e Nordeste


Região Norte












Região Nordeste










Folclore: Região Centro-Oeste


Região Centro-Oeste















Folclore: Regiões Sul e Sudeste


Região Sul










Região Sudeste

  
 












Folclore: Exposição, Brincadeiras e Oficinas (Antes e Depois)


Região Norte - Antes e Depois






 Região Sul - Antes e Depois




 



Região Nordeste - Antes e Depois



 



Região Sudeste - Antes e Depois





Região Centro-Oeste - Antes e Depois

 




Labirinto - Antes e Depois



 








22 julho 2011

Refletindo sobre Ortografia

Primeiramente, gostaria de dizer que gostei muito da leitura do artigo "É Hora de Escrever Certo", pois me esclareceu algumas dúvidas que tinha na área ortográfica. Outro dia, pedi que uma turma de alunos com problemas de indisciplina escrevesse uma redação com o título: "Como melhorar meu comportamento em sala de aula". Ao ler os textos escritos por eles, percebi uma série de erros ortográficos. A leitura deste artigo permitiu entender como trabalhar esses problemas e orientar os professores de Língua Portuguesa a ajudar os alunos a superarem suas dificuldades.

Para a resolução desta atividade, escolhi a seguinte citação: "Assim como não se espera que um indivíduo descubra sozinho as leis de trânsito - outro tipo de convenção social -, não há por que esperar que os alunos descubram sozinhos a forma correta de grafar as palavras", de Artur Gomes de Morais, professor de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Pernambuco e autor de livros didáticos

As dificuldades ortográficas acompanham o aluno por todo o período escolar e pelo resto de sua vida. É importante que os professores, desde o início da alfabetização, levem os alunos a refletirem sobre a forma correta de escrita, elaborando situações de aprendizagem onde o aluno possa "compreender as conexões entre a língua e a ortografia". Quando o aluno reflete sobre a forma ortográfica correta das palavras no momento em que ele está escrevendo, terá mais chances de ter sucesso em sua vida escritora. Desta forma, irão se sentir mais seguros no momento em que escrevem e perderão o medo de se expressar por escrito, voltando, assim toda sua atenção para a história que estão narrando e não para ficar verificando a ortografia. Assim como as leis de trânsito, os alunos não descobrem sozinhos a forma correta de grafar as palavras. Faz-se necessário que, literalmente, o professor ensine.

É preciso que o professor tenha uma base sólida a respeito das convenções ortográficas e escrita das palavras que estão divididas, segundo o texto, em: Regulares e Irregulares, sendo que as regulares são divididas em Diretas, Contextuais e Morfológico-Gramaticais. Para cada grupo ou subgrupo de palavras e normas gramaticais, o professor deverá escolher a melhor estratégia para ajudar os alunos a superarem suas dificuldades, reiterando que isto deve ser feito através de situações didáticas que levem o aluno a refletir sobre a ortografia e a escrita.

Voltando ao caso das redações de, percebi que naquela turma de 7º ano, muitos alunos possuem dificuldades com palavras Regulares do tipo Diretas. Através da leitura de algumas redações, ficou nítido que muitos alunos trocam a letra "p" pela letra "b", o "t" pelo "d" e o "f" pelo "v". Portanto pretendo sugerir que a professora de Língua Portuguesa trabalhe frases com palavras incompletas e peça que os alunos completem com essas letras que possuem dificuldade, fazendo tudo isto junto com o aluno e dando ênfase à pronuncia correta.

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Opinando 1

Realmente é muito importante a existência das regras ortográficas. As pessoas não podem sair por aí escrevendo da forma que bem entendem. As regras ortográficas criam uma padronização que é entendida em qualquer lugar onde se fala e escreve determinada língua, daí a "criação" da padronização da Língua Portuguesa no mundo.

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Opinando 2


Achei muito valiosa as idéias de situações de aprendizagem que o texto nos fornece. Servem não somente para os professores de Língua Portuguesa ou alfabetizadores, mas para todas as disciplinas que devem contribuir para a aprendizagem dos alunos.

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Opinando 3


O texto nos mostrou que quando se trata das palavras irregulares, somente um bom dicionário poderá esclarecer a dúvida sobre a forma correta de escrevê-las. Ou, então, é claro, devem-se memorizar as palavras e, para isto, é preciso que o aluno leia muito, sejam livros ou revistas.

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Opinando 4


Como o próprio texto diz, é preciso que o professor conheça as normas ortográficas e saiba aplicá-las com os alunos. Perceba as dificuldades e crie situações de aprendizagem que levem o aluno a refletir sobre a escrita das palavras.

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Opinando 5


Alunos chegam ao sexto ano do Ensino Fundamental cometendo erros que deveriam ter sido sanados no Ciclo I. A maior dificuldade é que muitos dos professores do Ciclo II não são alfabetizadores e, portanto, não conseguem ou tem dificuldade de solucionar o problema.

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Opinando 6


Realmente, quando a criança é estimulada desde bebê a escutar a pronuncia correta das palavras, ela terá maior facilidade quando atingir o estágio da escrita.

Gostei da idéia da psicogênese da ortografia nas crianças criada por Slomp, mas achei que no texto foi abordada de forma muito superficial.


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Opinando 7



É isso aí M. A.!

O conhecimento das regras gramaticais ajuda a criança a tirar algumas dúvidas. Daí a necessidade de um bom professor alfabetizador ou de Língua Portuguesa que saiba criar situações didáticas onde o aluno reflita sobre o processo da escrita no momento em que estiver escrevendo.

Como você disse na aula presencial, um bom professor "mata um leão por dia", literalmente. Pois, o trabalho é árduo e cansativo, mas quando os resultados aparecem, é só alegria!

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Opinando 8


Ola O. e E.!

Muito legal as idéias que vocês estão trocando.

Acrescento dizendo que em casa, os pais podem ler em voz alta um texto de historinha infantil com a finalidade de ajudar seu filho a diferenciar a pronuncia das palavras. Conhecendo a pronuncia correta das palavras, a criança terá maior facilidade na hora da escrita, sobretudo com as palavras do tipo regulares diretas.




25 junho 2011

 A Relação entre Geografia e História e os Hábitos Alimentares

Os hábitos alimentares de uma pessoa estão intimamente ligados às condições históricas e geográficas das quais ela faz parte.

A geografia influencia na alimentação de uma pessoa, pois dependendo de onde ela mora, ela será abastecida por diferentes tipos de alimentos, tanto de produção local quanto dos importados. Diferentes tipos de alimentos são produzidos conforme o clima local, o desenvolvimento das técnicas de cultivo, a quantidade de indústrias e suas tecnologias. A oferta de pescado influencia a alimentação de populações ribeirinhas e litorâneas, assim como verduras e legumes frescos estão mais facilmente à disposição de quem mora próximo às áreas rurais. Por outro lado, os grandes centros urbanos possuem um sistema de distribuição muito desenvolvido, o que propicia uma variedade de alimentos tanto de origem orgânica quanto os industrializados.

Hábitos históricos também fazem variar o tipo de alimentação de um grupo. Tradições e costumes fazem variar o cardápio na hora da alimentação. Descendentes de japoneses costumam consumir peixe cru, muita verdura e legumes. Os italianos, massa. Alguns grupos indígenas, derivados da mandioca. Os europeus consomem a carne de porco. Os espanhóis estão habituados aos cozidos com frutos do mar diversificados. E assim sucessivamente. Os fatores históricos de determinados grupos acabam refletindo em sua forma de se alimentar. O brasileiro, por exemplo, tem a feijoada.

Há vinte anos meus hábitos alimentares eram um pouco diferentes dos atuais. Como morava na casa dos meus pais, costumava comer muita verdura e legumes e, na maioria das vezes almoçava e jantava em casa, com alimentos preparados pela minha mãe ou pela cozinheira. Eram refeições mais saudáveis.

Hoje, na maioria das vezes, almoço fora em restaurantes por quilo, onde procuro fazer refeições balanceadas, juntando verduras e legumes, carboidratos, além das carnes. A janta, porém, não é tão saudável assim, com a falta de tempo para o preparo, acabo buscando socorro nos "deliveries" e acabo consumindo muita pizza, sanduíches, esfihas. Em diversos momentos também acabo comendo os chamados fast foods, além de produtos industrializados.

Como moro em Santos, região litorânea do estado de São Paulo, meus hábitos alimentares são semelhantes àqueles ligados aos grandes centros urbanos. Grande variedade de produtos industrializados está à disposição em supermercados e aqueles de alto valor calórico em restaurantes fast food e "deliveries". Por outro lado, temos em Santos e região uma grande oferta de pescados. Recentemente foi eleito prato típico local a " Meca Santista" que tem como base um fruto do mar. No bairro da Ponta da Praia existe o tradicional Mercado de Peixes que existe há muitos anos e que já atendeu diversas gerações de moradores e turistas que vão em busca de uma enorme variedade de pescados. Portanto, a relação dos hábitos alimentares da comunidade santista possui uma estreita relação com a História e a Geografia local.

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Opinando 1

Concordo com a discussão de vocês, M. e B.!

Hoje existe uma praticidade em termos de fast foods e produtos industrializados. A questão principal é mesmo a falta de tempo. A gente trabalho o dia inteiro e, de noite e aos finais de semana, ainda estudamos aqui na Unimes Virtual. Não temos tempo para nos dedicar à compra e à preparação de alimentação saudável. Quando vamos almoçar ou jantar queremos algo que seja rápido e fácil de fazer. Acabamos consumindo alimentos com alto valor calórico.

Essa é a realidade de nossos tempos, o que tem aumentado os problemas de saúde como obesidade e ocorrência de diabetes.

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Opinando 2

Ola R., Ola M.!

Vendo a variedade existente na culinária brasileira me deu até fome (está próximo da hora do almoço). Muito legal, as citações feitas por você R.. Parece até aula de geografia culinária (risos).

O bom disto tudo é o que falou a M., as adaptações quando a gente viaja. Dependendo do lugar que a gente vai conhecer, um prato típico a gente vai encontrar. O que dizer do café colonial no Rio Grande do Sul ou o famoso Chiclete de Camarão em Alagoas? É muito bom saborear o acarajé baiano, o tutú paulista e a peixada capixaba.

Por outro lado nem tudo agrada a todos os paladares. Buchada de bode não é todo mundo que come, mesmo estando em pleno nordeste. Tucupi e Tacacá são pratos que agradam à população de Belém do Pará, mas nem sempre o turista gosta.

Felizmente (ou infelizmente?), com a globalização, os restaurantes nas diversas capitais brasileiras acabam oferecendo um "cardápio internacional", onde as refeições são muito parecidas em qualquer canto que o turista vai. De qualquer forma, sempre vale a pena sair do lugar comum e experimentar a culinária local, mas se não agradar, a gente sabe que vai encontrar o tradicional arroz com feijão em qualquer canto do Brasil que a gente estiver.

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Opinando 3

É verdade E. e M.! Quantas vezes almoçamos e jantamos no Mc Donald's?



Antigamente, ir comer no Mc Donald's era uma diversão de final de semana, um programa ou passatempo. Hoje em dia está cada vez mais se tornando regra. Agora com os deliveries, então, a gente pede e o Big Mac chega em casa.

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Opinando 4

Realmente B. e A.! Os hábitos alimentares do campo são na maioria das vezes mais saudáveis daqueles de quem vive nas cidades.

Também concordo que as pessoas no campo têm muito mais disposição.

Os produtos industrializados trazem facilidades, mas também geram prejuízos. Concordo com o B., muitos alimentos parecem que tem o mesmo gosto. Nuggests, batata chips, bolachas, lasanhas e biscoitos, todos com o mesmo gosto de caldo knorr, ora de carne, ora de galinha. O pior é que quando preparamos um arroz, um feijão ou o molho do macarrão, acabamos utilizando estes mesmos temperos industrializados.

Por outro lado, nada tão simples como fazer um miojo quando estamos cansados, com fome e sem tempo.

Fazer o que? São as facilidades e as limitações de nossa vida agitada nos centros urbanos.

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Opinando 5

Ola M.!

Além dos problemas elencados por você, também sabemos que no Brasil, apesar das terras férteis e dos enormes espaços para o plantio, existe a questão do agronegócio. Os produtores optam por plantar produtos como a soja e o trigo, voltados para a exportação e deixam de investir em produtos para a alimentação do mercado interno, como o feijão, os hortifrutigranjeiros, entre outros. Preferem investir na soja para engordar o gado europeu, do que em produtos para o próprio brasileiro se alimentar.

O resultado é que os produtos agrícolas acabam ficando mais caros devido a menor oferta. Por outro lado, os donos dos agronegócios vêem seus lucros expandirem graças às exportações. É um contra-senso, afinal, sabemos que existem muitas pessoas passando fome no Brasil.

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Opinando 6

Dei muitas risadas lendo seu comentário.

Não tem como resistir a um pastel acompanhado de caldo de cana. Nossa! Isto faz parte da nossa história. A história do paulista/paulistano e quem sabe de outras regiões e estados também. Por sinal, este é um hábito que nunca perdi. Desde muito novo quando acompanhava minha mãe na feira, sempre pedia um pastel de pizza e um copo de caldo de cana, às vezes com um pouco de limão.

Melhor combinação não há (risos).




08 abril 2011

Teoria e Prática nas aulas de Ciências

Trabalho em uma escola estadual de Santos e posso dizer que as aulas de Ciências mesclam tanto a parte teórica quanto aplicações práticas. Atualmente, com o novo currículo do Estado de São Paulo, muitas situações de aprendizagem práticas foram adicionadas ao conteúdo programático das diversas séries, o que tem resultado em experiências muito interessantes, apesar de que nem todas serem passíveis de realização. Algumas por falta de materiais, outras por falta de espaço adequado.

De qualquer forma, posso citar várias atividades que vem sendo realizadas com os alunos do Ensino Fundamental Ciclo II (que podem ser adaptadas para o Ciclo I), algumas propostas pelo próprio currículo estadual, outras criadas pelas professoras, algumas de vivência prática, outras de elaboração de cartazes para exposição, tais como: elaboração de máquina fotográfica, estetoscópio, bússolas, estudo do meio ambiente escolar, catalogação de plantas do jardim da escola, preparação de pães e bolinhos, maquete do sistema solar, repelente caseiro contra o mosquito da dengue, entre outros.

Dessa forma, professores e alunos vivenciam a Ciência tanto de forma prática quanto de forma teórica. Utilizam-se das apostilas do estado, dos livros didáticos e de diversas atividades como campanha contra a dengue, cartazes explicativos sobre prevenção de DST e gravidez precoce. As aulas são ministradas tanto em sala de aula quanto no laboratório de Ciências da escola, além de outras dependências como as quadras ou o jardim da escola.

Acredito que as atividades práticas levam os alunos a perceber que a Ciência está presente no nosso dia a dia, nas atividades cotidianas e ao mesmo tempo precisa da base científica presente em artigos, livros, jornais e revistas para se embasar. Para os professores, as aulas práticas são muito prazerosas porque possibilitam uma aprendizagem mais significativa e, portanto com melhores resultados.


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Refletindo 1


Na minha escola são realizadas diferentes experiências porque acompanho as aulas das professoras de Ciências. Claro que existem limitações. Como a escola é pública e boa parte dos alunos é de origem carente, muitos deles não têm recursos para comprar todos os materiais necessários. Outros encontram dificuldades até mesmo de pesquisarem e estudarem em casa, pois vivem em sub-habitações.

Por outro lado, existe muitos alunos que se esforçam e com o apoio da família conseguem realizar atividades muito criativas. O Estado, na medida do possível, também fornece parte dos recursos para as atividades. Por sinal, posso dizer que aos poucos a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo tem melhorado as condições de ensino não só de Ciências, mas como um todo, graças aos investimentos em estrutura, em apostilas, livros didáticos, entre outros.

Portanto, posso dizer que na prática, nas aulas de Ciências tem se utilizado de experimentos como apoio da aprendizagem.



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Refletindo 2


As escolas precisam de professores dedicados e compromissados. Ah, se todos os professores fossem assim! Sempre falo que ser professor é uma profissão e assim sendo é preciso ser profissional. Não acredito em professores "das horas vagas".

Quando um professor diz: "dou umas aulinhas de vez em quando para ajudar no orçamento", pode-se dizer que suas aulas estão fadadas ao fracasso.



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Refletindo 3


Felizmente, posso dizer que na escola que trabalho existem muitos professores compromissados, tanto em relação ao ensino-aprendizagem dos conteúdos programáticos, quanto em relação à disciplina, regras e combinados. Não são todos, mas boa parte deles o são. Acredito que isto também esteja ligado à forma de gerir a escola.

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Refletindo 4

Acredito que uma "aula agradável unindo a teoria e a prática" como você citou, deve partir da realidade do aluno. Se, como professor, vou dar uma aula sobre preservação ambiental, nada melhor do que começar falando sobre o próprio meio ambiente na qual o aluno mora/vive.

Muitos dos alunos da minha escola moram no Monte Serrat em Santos, portanto nada melhor do que falar sobre os problemas dos morros, as sub-habitações, os deslizamentos de terra. Assim como falar de coisas boas, como a vista privilegiada (porto, praias, centro histórico), o turismo e o Down Hill.

As tecnologias ajudam a tornar as aulas mais interessantes e agradáveis, sobretudo no campo audiovisual. Mas também ajudam como apoio na construção de conhecimento, através de montagem de mini jornais, apresentações, blogs, entre outros.

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Refletindo 5

Realmente, é super importante essa diversificação de atividades, seja em sala de aula, seja no laboratório. Legal saber que você diversifica suas aulas com pesquisas, rodas de debates, leituras e tem o apoio de uma professora específica de Laboratório. Torço para que o Estado invista em um profissional somente para o Laboratório, nem que seja um auxiliar, pois facilitaria a vida dos professores.

Concordo com você, a aprendizagem precisa ser significativa, pois nestes momentos o aluno leva o conhecimento para a vida toda.

Este semestre, apesar da grande quantidade de matérias aqui no curso de Pedagogia, posso dizer que estou adorando. Estamos podendo trocar idéias e experiências a respeito das metodologias de ensino nas diversas disciplinas. É sempre bom saber o que o colega está realizando. Coisas que deram certo, atividades que funcionam. Está valendo muito a pena esta troca de experiências e conhecimentos.

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Refletindo 6

Procure no site da Secretaria da Educação - no link "São Paulo Faz Escola" (www.educacao.sp.gov.br). Muitas das atividades dos "Cadernos do Aluno" estão lá e são fáceis de serem aplicadas/realizadas. Saem trabalhos muito interessantes. Os alunos adoram a máquina fotográfica e o periscópio (9º ano do Ensino Fundamental).

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Refletindo 7

Quando não temos recursos materiais o suficiente, temos que usar a criatividade. Bom conhecer um pouco mais de você e saber que você é uma professora dedicada. Acredito que mais vale um professor dedicado e compromissado do que qualquer parafernália tecnológica de última geração sem uso efetivo.

Por outro lado, posso afirmar que investimentos no setor da educação pública estadual estão sendo realizados. E muitos! Hoje em dia, os alunos recebem Kit de material escolar (cadernos, canetas, lápis de cor, tesoura, régua, mochila, etc.), apostilas das diversas disciplinas (os cadernos do aluno), livros didáticos renovados a cada três anos (tanto no Ensino Fundamental quanto no Ensino Médio e escolhidos pelos próprios professores da casa), verbas para materiais didáticos (compra de papéis, colas, lápis de cor, etc.).

Muitas escolas do Estado já contam com laboratórios de informática, com 10 ou 15 computadores ligados à internet e monitores trabalhando e ganhando auxílio. Para os laboratórios de Ciências, o Estado tem mandado vidrarias e elementos químicos. Livros e mais livros chegam às bibliotecas das escolas, tanto paradidáticos quanto os de literatura, os clássicos e os atuais best-sellers. As escolas contam com retroprojetor, televisão, vídeos, aparelhos de DVDs, data-show e notebook.

Posso dizer que hoje em dia, as escolas do Estado são privilegiadas. Basta querer trabalhar. O grande problema está na existência de muitos funcionários acomodados. Isto existe e muito. Por isto, gosto sempre de frisar professores e funcionários dedicados e compromissados são o maior bem de uma escola.

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Refletindo 8

Acredito que tanto antigamente quanto nos dias de hoje, tudo vai depender da escola e dos professores envolvidos nas aulas de Ciências. Tem escolas que possuem recursos como laboratórios e materiais, outras não. Assim como existem professores bem preparados que trabalham muito bem as atividades práticas e outros, não. Cada caso é um caso.

O que posso dizer é que hoje em dia as escolas particulares e as públicas estão cada vez mais equipadas. Em ambas existe grande investimento. Porém, a qualidade de alguns professores precisa melhorar. Os baixos salários dificultam a formação continuada dos professores. Muitos não têm tempo nem dinheiro para investir em cursos de especialização e pós-graduação, sobretudo na rede pública de ensino.

Quanto a internet, ainda é preciso melhorar muito a formação de professores para que ela seja utilizada como instrumento de ensino-aprendizagem de forma adequada. Existe muita coisa ruim na internet, informações duvidosas. É preciso que o professor saiba orientar os alunos a separar o joio do trigo. Por outro lado, existem ótimas experiências de alunos que usam os instrumentais das novas tecnologias, criando blogs, sites, vídeos, apresentações muito ricas e interessantes.

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Refletindo 9

Realmente, mesmo com pouco recurso é possível elaborar aulas muito interessantes. Veja o caso das aulas de confecção de repelente caseiro para o mosquito da dengue. A professora dividiu a sala em grupos e cada aluno trouxe um ingrediente.

Os alunos aprenderam todo o problema gerado pelo Aedes Aegypti, pesquisaram as formas de transmissão, profilaxia, locais onde estão havendo mais casos de dengue e até a história de como o mosquitinho chegou aqui no Brasil. Elaboraram cartazes, gibis com atividades lúdicas, campanhas contra o mosquito e ainda, de quebra, aprenderam e ensinaram a produzir o repelente caseiro.

As aulas envolveram professores de Ciências, Biologia e Língua Portuguesa e foram muito produtivas.

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26 março 2011

O Caminho a Seguir...

Nestes dois últimos dias, fugi um pouco da minha rotina na escola Barnabé. Fiquei, em parte do meu tempo de permanência na escola, no Laboratório de Ciências entregando os livros didáticos para os pais dos alunos das oitavas séries do período da manhã. É interessante esses momentos que fazemos algo diferente do que estamos acostumados a fazer. A gente observa coisas que até então não tínhamos parado para prestar atenção ou nos concentramos em entendê-las um pouquinho melhor. Conversei com alguns pais. Foi muito interessante, pois as informações vieram complementar minhas percepções destes três anos que estou no cargo de Professor Coordenador Pedagógico desta Unidade Escolar.


Para quem leciona ou trabalha na Escola Barnabé de Santos, sobretudo para os alunos do ensino fundamental, é normal saber que a primeira coisa que se faz necessário é impor limites, combinar regras e coibir a indisciplina. Temos alunos extremamente carentes, eles chegam às dezenas todos os anos. São alunos das mais diversas origens e que vivem, em alguns casos, à margem da inclusão social. Alguns moram em áreas de risco do tráfico de drogas, outros convivem com a prostituição. Muitos moram em quartinhos de cortiços, seis ou sete pessoas partilhando poucos metros quadrados. Outros tantos habitam casas em situações precárias nos morros. Junto a estes alunos, uma parcela possui boas condições de vida, tem celulares sofisticados e se vestem com roupas compradas em shoppings.


Conversando com algumas mães, fiquei contente em perceber que existe, agora, uma geração delas, que se preocupa e MUITO em acompanhar o rendimento de seus filhos na escola. Não apenas na questão disciplinar, mas também na aprendizagem. Mães preocupadas com a resolução das lições de casa e na elaboração dos trabalhos escolares de seus filhos. Ainda são poucas, mas esta parcela de mães está nitidamente aumentando.


Outra coisa que me chamou a atenção é o fato de alguns alunos virem de longe estudar no Barnabé, muitos que moram na cidade vizinha, São Vicente, estão matriculados em nossa escola. Inclusive um caso que me chamou muito a atenção, vem da Vila Margarida que fica quase na divisa entre São Vicente e Praia Grande, coisa não muito comum no Ensino Fundamental, mas que já estão aparecendo em maior número.


Fico contente em perceber que uma escola localizada no Centro Histórico de Santos, próximo aos morros e aos cortiços atraia tantos alunos de longe. Muitas famílias estão preocupadas hoje em dia com a a boa convivência na escola, com a existência de regras de conduta, buscando uma participação mais pacífica entre os alunos. Felizmente, a Escola Barnabé tem oferecido um pouco de tudo isto. A escola não é perfeita. Mas professores, funcionários e equipe gestora tem feito um bom trabalho neste sentido.


Uma das mães que atendi, que trouxe seu filho transferido de outra escola , elogiou muito o fato dos alunos fazerem fila na hora da entrada, de cantarem o hino e de existir o chamado mapa de sala de aula. São coisas ditas antiquadas por parte de alguns pesquisadores da área da Educação, mas que se fazem necessárias em escolas onde muitos alunos chegam sem limites e sem bases educacionais para a boa convivência entre seus pares. Se existe na última década interesse e investimentos do governo estadual para a popularização/massificação do ensino básico e se muitos dos alunos que antigamente não estariam freqüentando os bancos escolares, hoje o estão, isto significa que alguns métodos ditos tradicionais ainda precisam ser utilizados, pois tais alunos ainda precisam aprender a seguir regras e respeitar hierarquias.


Fico contente em saber que mesmo diante das inúmeras dificuldades do dia a dia, nossa escola continua sendo muito procurada, existem listas de espera e muitas mães confiam a guarda de seus filhos nas mãos de nossos profissionais. Sinal que, mesmo com nossos tropeços, normal em qualquer instituição, estamos realizando um trabalho que agrada muitos pais e responsáveis. Claro que ainda precisamos de muito investimento: capacitação de professores, equipe técnica e funcionários; contratação de mais profissionais; investimentos em algumas instalações como o laboratório de informática; melhorar o rendimento dos alunos com dificuldade de aprendizagem. De qualquer forma, existe um trabalho sério que vem sendo feito há mais de vinte anos e que se consolida no dia a dia da rotina escolar. Existe um caminho a seguir e objetivos traçados, coisas muito importantes para qualquer instituição que se leve à sério.

04 janeiro 2011

ALCKMIN VAI MUDAR A PROGRESSÃO CONTINUADA NA REDE DE ENSINO A PARTIR DE 2012

O governo Geraldo Alckmin (PSDB) decidiu alterar a progressão continuada na rede estadual de ensino. A principal mudança deverá ocorrer no sistema de reprovação dos estudantes, segundo reportagem de Fábio Takahashi publicada na edição desta terça-feira da Folha (íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL).

Hoje, o aluno do fundamental só pode repetir ao final do quinto e do nono ano. A ideia é que a retenção ocorra também no terceiro ano. Assim, o número de ciclos sobe de dois para três. A antecipação da reprovação permite que o aluno com sérias dificuldades seja recuperado mais rapidamente (em vez de demorar cinco anos para refazer uma série, passe a ser depois de três).

A Folha apurou que já está finalizado estudo com o novo desenho do programa. "Pessoalmente, acho que vamos ficar mesmo com três ciclos", afirmou o novo secretário-adjunto da Educação, João Cardoso Palma Filho, ao ser indagado pela reportagem. Ele ressaltou, porém, que o assunto ainda está em análise na secretaria.


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/saber/854559-alckmin-vai-mudar-a-progressao-continuada-na-rede-de-ensino-a-partir-de-2012.shtml - Acesso em: 04/01/2011

23 dezembro 2010

A GEOGRAFIA MUDA

Outro dia, numa reunião pedagógica, escutei alguém afirmar que a Geografia muda à toda hora. Naquele momento, concordei em parte. A Geografia muda aos poucos.

Já em casa, refletindo sobre o assunto, percebi que a Geografia está mesmo em constante mudança, porém, a  velocidade desta mudança se altera conforme a idade que a pessoa tem. Para um aluno de 10 anos de idade  que cursa o Ensino Fundamental pode-se dizer que a Geografia muda muito pouco. Na minha idade, já beirando os 40, definitivamente ela muda um pouco mais. Já posso, inclusive, começar a afirmar que ela muda quase que constantemente, como gostam de dizer quem já tem mais de 60.

60 e poucos anos são mais de meio século de vida. Por sinal, é quase uma vida inteira. Em 60 anos, definitivamente, as coisas mudaram, e muito. Países novos foram criados e outros tantos sumiram do mapa. A População brasileira quase que quadruplicou. A paisagem urbana, então, está muito diferente daquela que existia na década de 1950. Imensas áreas verdes foram dizimadas, milhões de pessoas migraram. Houve toda uma revolução tecnológica, sobretudo nas comunicações.

Definitivamente, sábias palavras. A Geografia muda.

Todas as outras disciplinas também parecem caminhar e se modificar com o tempo. Em Ciências, por exemplo, sempre tem uma novidade: reciclagem de lixo, espécies novas descobertas, mudanças climáticas. História incorpora novas informações a todo o momento e sempre refaz leituras de si mesma.  Arte é pura criatividade abarcando sons, movimentos, modos de ver e pensar o estético. Até mesmo a Língua Portuguesa se renovou, com o novo acordo ortográfico é preciso reaprender tanta coisa de gramática.

É, o tempo não para e a Geografia vai se renovando ao longo do tempo, conforme o ritmo das idades e das transformações das sociedades.

07 dezembro 2010

LDB E EDUCAÇÃO INFANTIL

1.    Quais os níveis escolares que compõem a educação básica no Brasil?
 
A educação básica no Brasil é composta por três níveis: Educação Infantil, Ensino Fundamental (Ciclo I e Ciclo II) e Ensino Médio.

2.    Expliquem, com suas próprias palavras, a finalidade da educação infantil conforme define a LDB.
 
Segundo a LDB, é nos primeiros anos de vida que a criança começa a ser educada e, portanto, há o reconhecimento da necessidade de sua educação visando seu desenvolvimento integral, tanto nos aspectos físicos quanto intelectual e social. A função do profissional da educação infantil é educar, cuidar e brincar.
A Educação Infantil é o começo da relação aluno/escola, devendo-se respeitar o lado lúdico dessa interação. É também, o inicio do processo de sociabilização da criança e deve-se sempre preservar o brincar. A formação da criança visa sempre contribuir para sua autonomia e identidade.
 
3.    A educação infantil é oferecida em duas modalidades. Quais são elas e a que idades se destinam?
 
A Educação Infantil é separada em duas modalidades: creches com crianças de 0 a 3 anos e pré escola com crianças de 4 a 5 anos e onzes meses de idade.

4.    Por que atualmente falamos na educação infantil voltada para as crianças de 0 a 5 anos e 11 meses?
 
A partir da Lei 11.274/2006, que alterou a LDB (Lei 9394/96), a duração do ensino fundamental passa de oito para nove anos, transformando o último ano da educação infantil em primeiro ano do ensino fundamental. Na prática, o que ocorreu foi que o chamado “Pré” da Educação Infantil passou a fazer parte do Ensino Fundamental, sendo agora o 1º ano deste ciclo.
O desenvolvimento da criança constituiu-se num excepcional processo de assimilação do que “vê, ouve e vive”, mas é necessário que ela esteja madura para iniciar seu processo de aprendizagem escolar.

5.    Expliquem com suas palavras: “Na educação infantil a avaliação far-se-á [...] sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental”.
 
Na Educação Infantil a avaliação deverá ser feita através da observação e compreensão do dinamismo presente no desenvolvimento infantil. Essa compreensão influenciará diretamente na qualidade da interação dos professores com a infância. O conhecimento de uma criança é construído em movimento de idas e vindas, portanto, é fundamental que os professores assumam seu papel de mediadores na ação educativa; mediadores que realizam intervenções pedagógicas no acompanhamento da ação e do pensamento individualizado infantil.

28 novembro 2010

QUAL A IMPORTÂNCIA DA LITERATURA INFANTIL?

Podemos afirmar que a literatura infantil ajuda a criança a entender melhor seus próprios sentimentos e sua relação com o mundo, pois trabalha questões próprias da infância como sentimentos de inveja e carinho, medos, dores e perdas. Além de trabalhar com o desenvolvimento emocional da criança, a leitura melhora a capacidade de expressar melhor suas idéias.

Devido aos exemplos citado acima, a Literatura Infantil deve ou deveria ser mais difundida e estimulada tanto nas escolas quanto em casa. Mas o que se percebe é que as crianças costumem ler muito mais por obrigação do que por interesse próprio. As causas para isto se devem tanto pela falta de exemplo em casa quanto pela falta de preparo de muitos professores.

A literatura infantil é importante também porque a criança passa a interagir com as histórias. Ao realizar a leitura com seu filho, muitas coisas que passam despercebidas pelo leitor, fixam-se na memória de quem escuta, como detalhes de personagens e passagens das narrativas permitindo um diálogo e questionamentos, melhorando, inclusive, as relações familiares. Ouvir histórias aperfeiçoa a capacidade imaginativa das crianças, pois estimula ações como pensar, desenhar, inventar e reinventar.

Portanto, podemos concluir que a literatura infantil é primordial para o desenvolvimento das crianças, tanto cognitivo quanto emocional, estimula a imaginação, a criatividade e a interação com as pessoas. Deveria, portanto, ser cada vez mais estimulada tanto em casa quanto nas escolas.